Analytics: o uso de dados para gerar valor e conduzir estratégias de negócio

Para ter sucesso em um mercado que exige acertar com velocidade, é indispensável ter o apoio de tecnologias que orientem tomadas de decisão sobre temas como o desenvolvimento de produtos e serviços e gestão da marca.

Analytics: o uso de dados para gerar valor e conduzir estratégias de negócio
Posted on Apr 20, 2017

 

Em um mundo altamente conectado, são os dados que direcionam as empresas rumo ao sucesso. Isso porque além de ter informações relevantes sobre o mercado disponíveis a todo momento, pode-se explorá-las para melhorar o desempenho dos nossos negócios. Por meio de recursos como o Analytics é possível desenvolver habilidades analíticas e de raciocínio sistemático para conduzir as tomadas de decisões.

 

Essa tecnologia sustenta o universo big data ao descobrir padrões e correlações entre dados. O termo Analytics é composto por diferentes análises, como a de Previsão (Forecasting), Data Mining e Text Mining, Otimização e Modelagem Estatística, e todas elas são usadas para gerar valor sobre os dados.

 

Entre os sistemas de monitoramento de tráfego mais comuns no mercado está o Google Analytics, a plataforma de web analytics mais usada na internet. Ela funciona gratuitamente e pode ser instalada em qualquer site, loja ou blog para coletar dados, apontar quantos usuários acessam as páginas na web, e indicar como eles trafegam e se comportam. Estes e outros insights podem orientar o desenvolvimento de produtos e serviços, a gestão da marca e auxiliar as organizações a explorarem ao máximo o potencial dos dados para obter sucesso.

 

 

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Os benefícios do Analytics

Como dito, o Analytics funciona como uma ferramenta de apoio estratégico com a qual gestores, decisores e empresários podem encontrar informações úteis para embasar suas decisões. No mundo dos negócios, ele ajuda as empresas a desenvolverem projetos e campanhas realmente eficientes.

 

Organizações que direcionam grandes esforços para a área de marketing conseguem analisar o alcance de uma campanha e, ao gerar modelos estatísticos, medir a satisfação do cliente. Podem também, por meio da análise dos dados de compra, identificar padrões de comportamento dos consumidores, conhecer seus perfis e construir ações preventivas, evitando prejuízos e perdas.

 

Para varejistas, o Analytics é um sistema indispensável. Com o cruzamento de dados do ambiente interno e externo, é possível acompanhar o desempenho da loja, verificar os itens mais vendidos e, assim, controlar o estoque, por exemplo. O mesmo acontece para as empresas de logística, que utilizam análises para melhorar a gestão de prazos e entregas, do transporte e frete, entre outras funcionalidades.

 

Mas a eficiência do Analytics não para por aí. Hoje, esse recurso já é comum em vários setores do mercado para os usos mais diversos. É possível construir, por exemplo, aplicativos para ajudar atletas a acompanhar e analisar seus desempenhos, medindo as calorias queimadas por tempo do exercício e assim melhorar suas performances. Ponto para as empresas do segmento de artigos esportivos que agregarem serviços como esse às suas ofertas.

 

Outro uso interessante é a exploração dessa ferramenta no setor da saúde para a decodificação do DNA humano, o que permite personalizar medicamentos e aumentar a eficácia de tratamentos. Tudo por meio de técnicas analíticas avançadas que transformam dados em informações pertinentes.

 

 

Como implementar a cultura do Analytics

Porém, para aproveitar todo o potencial do Analytics, é preciso que a empresa esteja preparada, tenha inteligência na gestão e análise dos insights gerados pela ferramenta. E, mais do que isso, é preciso ter uma cultura Data Driven, ou seja, as tomadas de decisão em todos os níveis hierárquicos devem estar fortemente embasadas em dados.

 

Estabelecer essa nova cultura, entretanto, não é tarefa das mais simples. Não basta ter profissionais e ferramentas ideais, a necessidade é de realizar uma verdadeira Transformação Digital. Ou seja, realizar uma profunda mudança organizacional que passa por voltar o foco para o consumidor e preparar a operação para atendê-lo usando os dados para idear e construir soluções que façam sentido para ele de forma ágil e veloz.

 

E quando falamos em preparar a operação, estamos falando em quebrar silos e instalar um formato de trabalho baseado na colaboração, na multidisciplinaridade e na experimentação. A informação gerada pelos dados tem que estar disponível para todos rapidamente e guiar a companhia pelos melhores caminhos rumo ao sucesso.