Aposte no poder da inteligência coletiva para impulsionar sua empresa

Por: Time CI&T

Em um fundo vermelho, ilustração de três pessoas hasteando uma bandeira.
Posted on Apr 22, 2020

O que você vai ler aqui:

  • A inteligência coletiva como um grande ativo dos negócios digitais 

  • Como estabelecer equipes capazes de criar o novo

  • Nossos aprendizados


 

"Quanto mais a tecnologia nos dá ferramentas para mudar o mundo, mais o fator humano importa. É o potencial humano como agente transformador, de impulsionar a evolução, que nos move para além dos resultados que as tecnologias por si só seriam capazes de gerar." 

Cesar Gon, CEO da CI&T

 

O compartilhamento de conhecimentos, a profusão de ideias, a combinação das visões de mundo diversas, a liberdade de opinar, criar e cocriar são as raízes de um dos maiores ativos das companhias: a inteligência coletiva. É ela que permite a experimentação com velocidade, a flexibilidade para mudar de rumos de forma ágil e de inovar. Especialmente em tempos incertos e complexos, é essa capacidade que levará as companhias para a frente, apesar dos obstáculos e desafios que se impuseram de forma inesperada no caminho.

 

Assim, estabelecer modelos de operação em que a colaboração, a multidisciplinaridade e a autonomia sejam fundamentos é - mais do que nunca - uma urgência. Estruturas hierárquicas horizontais, divididas por equipes (ou squads) que reúnam profissionais das mais diversas áreas em torno de um fluxo de valor e com o objetivo de atender às necessidades de clientes é a chave para que sua empresa seja verdadeiramente digital e capaz de gerar impactos em escala para clientes, negócios e sociedade. 

 

 

Como estabelecer equipes capazes de criar o novo

 

Na nossa visão, times capazes de aproveitar o seu potencial coletivo ao máximo  são aqueles que são constantemente estimulados ao aprendizado, à valorização da capacidade individual e que têm a experimentação constante como pedra fundamental. 

 

Talvez você pense que a colaboração já existe na sua companhia - afinal, já há squads estabelecidas -, mas, ainda assim, não observa essa riqueza de conhecimentos nem essa agilidade sendo geradas e resultando em grandes impactos nos negócios. Ou, caso tenha um modelo de operação mais tradicional, acredite que essa realidade está muito longe de ser possível no seu contexto. Em ambos os casos, há necessidade de olhar para o problema com mais profundidade.

 

Se o seu caso for o primeiro, provavelmente, há obstáculos entre as equipes - ou mesmo dentro delas - que não permitem o fluxo da inteligência coletiva. Muitas vezes, por dificuldades gerenciais ou por falta de metodologias adequadas, as squads acabam isoladas, desconectadas do restante da operação e de outros times e a informação acaba por ficar intramuros. É como reproduzir o formato de silos, cada um cuidando do seu projeto, responsável por uma oferta. Sem trocas de informações e conhecimentos, acabam quebrando a jornada do consumidor e entregando experiências que deixam a desejar. Além de perder em satisfação do cliente, perdem bons insights e desperdiçam a inteligência que poderia ser gerada com dados integrados, criando oportunidades valiosas.

 

Se o problema for um modelo de operação mais tradicional, não há como fugir da necessidade de se tornar cada vez mais digital para conseguir a agilidade que o mercado pede. E é plenamente possível transformar-se aos poucos, de forma segura e sustentável, para trazer velocidade de resposta ao cliente e capacidade de inovação, respeitando o contexto, a realidade e os objetivos de cada companhia. 

 

Nos dois casos - e em qualquer que seja o cenário -, o caminho que consideramos mais seguro e adequado é a realização de uma transformação digital, dividindo a operação, pouco a pouco, por equipes responsáveis por solucionar as principais dores do negócio. Para garantir a sustentabilidade do processo e o avanço das profundas mudanças que se fazem necessárias na cultura e na estrutura das companhias, os times devem ter como norte a geração de impacto para clientes e para o negócio a cada 90 dias. Só assim, com resultados importantes no caminho, será possível seguir adiante sem perder o fôlego e alcançar uma nova operação, verdadeiramente digital. 

 

 

Nossos aprendizados apoiando a sua companhia

 

São esses aprendizados que nos ajudaram a consolidar nosso modelo próprio de transformação digital, o Lean Digital. Formado por uma articulação entre uma forte base na filosofia de gestão Lean e princípios da metodologia Agile e do Design, ele parte da premissa de que são as experiências, os comportamentos que mudam pensamentos e forjam uma nova cultura. 

 

Assim, as práticas de trabalho em squads, utilizando nossos princípios e ritos com foco na experimentação, no desenvolvimento da criatividade, no aprendizado constante e na construção colaborativa das melhores soluções para o cliente, pouco a pouco, vão internalizando o mindset digital em cada pessoa e equipes de forma orgânica.


 

"Investindo em uma cultura de colaboração e compartilhamento de conhecimento, a companhia cria bases sólidas para alcançar um crescimento exponencial no mercado."
Jeancarlo Cerasoli, Gerente Sênior de Experiência (UX) na CI&T

 

Reunimos alguns dos nossos aprendizados que podem te ajudar no processo de instalar uma operação com equipes realmente colaborativas, autônomas, efetivas e capazes de gerar grandes impactos de negócio com velocidade. Caso tenha interesse em saber mais, acesse aqui o nosso paper.



Com esse material, esperamos ajudar você e sua empresa no seu processo de transformação com ganhos de agilidade em escala. 

 

Se você quer conhecer esses e outros aprendizados, acesse nossa plataforma CI&T Learnings!