Co-sourcing: a chave para a agilidade no impacto de negócios

Por: Time CI&T

Em um fundo vermelho, ilustração de três pessoa remando juntas.
Posted on Apr 20, 2020

 

O que você vai ler aqui:

  • Co-sourcing, o potencial da inteligência coletiva 

  • Problemas não são apenas oportunidades, são ouro

  • Acesse as melhores ferramentas, métodos e processos 


 

Adotar modelos de trabalho colaborativos e multidisciplinares é, há alguns anos, a recomendação para as companhias que querem sobreviver no ambiente digital. Tanto que, pouco a pouco, são adotados por mais empresas, nos formatos mais diversos. Seja pela criação de núcleos de inovação apartados da realidade da operação; pela adoção de squads, seguindo receitas de playbooks de digitalização; ou de forma gradual, em jornadas de transformação adaptáveis às mudanças no mercado que visam a alcançar a companhia de ponta a ponta. 

 

Na CI&T, acreditamos no último caminho. O valor real para a companhia, a esperada transformação digital, acontecerá e ganhará escala apenas se houver o estabelecimento de mudanças sólidas, paulatinas e seguras, alicerçadas em resultados consistentes de negócio. Núcleos de inovação tendem a se tornar apêndices eternos sem jamais contagiar a companhia com a alma digital. Squads instalados por decreto são propensos a repetir - em formato reduzido - os modelos anteriores de trabalho hierarquizado sem jamais conquistar a verdadeira autonomia, horizontalidade, nem colaboração efetiva

 

O nosso modelo de transformação digital, Lean Digital, é fundamentado na criação de squads multidisciplinares, trabalhando de ponta a ponta, e de forma constante em um único fluxo de valor com o foco claro no consumidor. A atenção às necessidades do cliente é o norte a ser perseguido e não o cumprimento de um cronograma fixo de entregas programadas ou de metas planejadas em médio e longo prazos. Isso porque, em um ambiente volátil como o que se enfrenta no mercado, esses planejamentos não contemplam a realidade conforme ela se apresenta. Logo, tendem a ser estéreis.

 

As equipes são compostas por profissionais com expertises que fazem sentido no fluxo de valor do qual fazem parte, e cada pessoa tem o preparo necessário para o compartilhamento real de responsabilidades e méritos, para a colaboração e a troca de ideias, o que resulta em um grande valor para a companhia: a construção da inteligência coletiva. É o formato que chamamos de co-sourcing, no qual a inteligência da companhia é alimentada constantemente por diversas fontes, com olhares sobre o mundo, conexões pessoais, tipos de criatividade, experiências e conhecimentos formais totalmente diferentes. 

 

Quanto mais diversa a equipe, maior o potencial do co-sourcing, da inteligência coletiva na construção de soluções eficazes para atender às demandas dos consumidores de forma satisfatória e maior é sua capacidade de inovação para surpreender e alavancar resultados. Quanto mais autônomo, livre e preparado, maior será a agilidade do time para acompanhar as mudanças de rumos que se fazem necessárias.

 

Problemas são ouro

Para o estabelecimento desse formato, porém, um passo atrás precisa ser dado. As lideranças têm que estar preparadas para, de fato, outorgar essa autonomia e ser o suporte desses times em seus processos de experimentação, na sua curva de aprendizado constante. É preciso ter líderes com um modelo mental voltado a entender o real valor do erro na construção do conhecimento para o acerto. 

 

E, aqui, entra um valioso princípio para nós: problemas são ouro. Herdada da filosofia de gestão Lean, base de nosso formato de operação e nosso mindset, a premissa de entender os problemas - que são inevitáveis - como componentes do crescimento e do processo de melhoria contínua deve fazer parte da cultura das companhias. Ou seja, as lideranças devem ser capazes de suportar as adversidades e compreender que erros são oportunidades para que os times se sintam livres para ousar, experimentar e inovar. 

 

Só assim é possível abrir espaço para que os problemas sejam identificados e sanados com velocidade e alimentem o aprendizado que gerará equipes mais preparadas, companhias mais ágeis e resultados cada vez mais potentes e velozes para o negócio. 

 

Como preparar equipes para o co-sourcing

Para preparar as nossas pessoas, utilizamos princípios e ferramentas da filosofia de gestão Lean, da metodologia Agile e práticas do Design que promovem a colaboração e nos apoiam na profunda transformação das práticas do dia a dia, necessárias para a efetiva instalação das squads. Isso porque - segundo o mestre Lean John Shook e nossa larga experiência - é constância nas novas práticas que muda comportamentos, e a mudança de comportamentos é a única forma de modificar a cultura de uma companhia de forma consistente.

 

“A maneira de mudar uma cultura não é mudar, primeiramente, como as pessoas pensam, mas, sim, começar pela mudança de como as pessoas se comportam - o que elas fazem.”

John Shook, How to Change a Culture: Lessons From Nummi, MITSloan Managment Review 2010

 

Se você tem interesse em saber mais sobre como instalar o modelo de co-sourcing, com equipes realmente colaborativas, autônomas, efetivas e capazes de gerar grandes impactos de negócio com velocidade, acesse aqui o nosso paper. Nele, você encontrará informações sobre nosso modelo de transformação cultural e estrutural, o Lean Digital, além de cases, ferramentas, métodos e práticas que utilizamos para construir a nossa operação e apoiar nossos clientes nesse desafio.

 

Com esse material, esperamos poder ajudar você e sua empresa no seu processo de transformação operacional, no desenvolvimento do seu próprio modelo de co-sourcing.

 

Se você quer conhecer esses e outros aprendizados, acesse nossa plataforma CI&T Learnings!