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Uma paixão puxa a outra - O que futebol e Google Cloud podem fazer em ano de Copa

Por: Daniel Viveiros

Futebol e Google Cloud
Posted on Jul 18, 2018

Nunca foi tão empolgante e divertido trabalhar com desenvolvimento de software como nos dias atuais. Confesso que se a computação fosse tão sexy há alguns anos quanto é hoje, não sei se eu teria optado por me aventurar na carreira gerencial e executiva. Continuo um apaixonado por tecnologia! E por isso, como CTO e engenheiro, tenho como missão pessoal criar um ambiente cada vez mais vibrante do ponto de vista técnico na CI&T. Considero fundamental abrir espaços e oportunidades para que todos aqui aprendam, se entusiasmem e se desenvolvam ainda mais.

Em abril deste ano, estávamos com um desafio em mãos: fazer com que o maior número possível de engenheiros aprendessem e se certificassem em Google Cloud Platform (GCP), a plataforma de nuvem da Google. Um segundo desafio era democratizar o assunto Machine Learning na empresa, extrapolando as fronteiras do time de Data Science. Neste momento de transformação digital que passamos, oportunidades para o aprendizado de máquina e plataformas de nuvem estão em todos os lugares. Não faz parte da nossa visão tratar desses temas como se fossem de nicho, queremos envolver a todos nesta jornada. Foi nesse contexto que surgiu a ideia da campanha Paul the Octopus!

Para quem não se lembra, Paul the Octopus foi o verdadeiro fenômeno da Copa do Mundo de 2010: era um polvo que conseguia prever o resultado dos jogos. O molusco palpiteiro era colocado no centro de um aquário entre duas caixas de comida, cada uma com a bandeira de uma das seleções que entrariam em campo. O resultado? Ele escolheu corretamente 85,7% das vezes, uma performance impressionante! Será que um algoritmo de Machine Learning poderia superar o nosso amigo Paul?

Este ano, aproveitamos para tentar responder a essa pergunta de uma forma bem-humorada e instigante. Lançamos um desafio, o primeiro “smart bolão” da história. Qualquer pessoa da empresa poderia se inscrever e criar um algoritmo preditivo para os 48 jogos da primeira fase da Copa. Entre os prêmios, Google Homes, Google Pixels 2, Macbooks e até uma viagem de uma semana para São Francisco para participar do Google Next 2018. E, como era de se imaginar, a campanha foi um grande sucesso!

Tivemos 338 pessoas inscritas em 10 cidades de 3 países em 3 continentes. Profissionais de 25 áreas diferentes e todos os níveis, incluindo gerentes, VPs e até o CEO participaram da brincadeira. Foram mais de 40 novas certificações em GCP.

E o principal resultado da campanha não está em números, mas na emoção, nos feedbacks que recebemos dos nossos colaboradores. Pessoas que há muito não programavam voltaram a programar, criando os seus primeiros algoritmos preditivos. Engenheiros que queriam uma oportunidade para criar algo inteligente na nuvem tiveram todo o suporte para aprender GCP, Tensorflow, Jupyter Notebook etc.

E assim a primeira fase da Copa do Mundo de 2018 foi ainda mais recheada de torcida, competição e diversão. Do lançamento ao fim da primeira fase dos jogos, tivemos muitos seminários, workshops, textos e vídeos compartilhados. Tudo gerado pela comunidade e para a comunidade. Também tivemos grupos animadíssimos no chat, com provocações e curtição crescente à medida em que aconteciam as surpresas, as famosas "zebras" da Copa, e o ranking se acirrava. Revelados os vencedores, já estamos com saudades do Paul.

Futebol é realmente uma paixão. Tecnologia também.

 

 

Veja como foi: