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Impulsione a agilidade da sua companhia com novas formas de gestão

Por: Time CI&T

Em um fundo vermelho, ilustração de mãos se unindo no centro.
Posted on Apr 16, 2020

 

O que você vai ler aqui:

  • A importância da inteligência coletiva para alavancar resultados e impactos de negócio

  • O que é adhocracia, o modelo capaz de enfrentar a velocidade das mudanças

  • Como implementar processos descentralizados de tomada de decisão

 

Não há como enfrentar os desafios impostos pela velocidade com a qual o mundo se movimenta hoje com operações que funcionam de acordo com velhos sistemas de gestão, como os baseados em lideranças "comando e controle", fortemente hierarquizados e/ou presos a processos burocráticos. Aqui, a palavra "velho" não está ligada ao tempo em que esses modelos existem, mas ao fato de estarem ultrapassados, de serem obsoletos e inadequados para fazer frente à realidade que se apresenta dia a dia. 

 

Uma nova realidade na qual não há espaço para tentar rearranjos em busca de novas formas de controle, de adaptar padrões conhecidos que funcionavam até então, de "digitalizar a burocracia". O controle caminha na contramão da agilidade, da experimentação, do aprendizado e, consequentemente, da capacidade de inovar com velocidade. E, mais do nunca, essas são características fundamentais para a sobrevivência das companhias. 

 

A hora é de mudar o olhar sobre a operação, sobre modelos de gestão, de criar e de produzir valor, de uma reinvenção estrutural da companhia como um todo. A tão falada quebra de silos deve passar de "uma bela ideia a ser implementada em breve" para uma realidade funcional com novas formas de liderança que promovam a colaboração, trocas de conhecimentos e a instalação dos novos processos de trabalho.

 

Construir uma operação baseada em equipes multidisciplinares, autônomas e altamente colaborativas é o caminho. É preciso permitir que a inteligência coletiva se forme e a entender como um grande ativo da companhia. Isso porque o valor está na capacidade de perceber e aproveitar as oportunidades incessantes de melhorar, de gerar soluções cada vez mais adequadas. São elas que trarão os grandes impactos de negócio no novo ambiente.

 

"É a partir da inteligência coletiva que as companhias conquistam a habilidade de identificar e aproveitar as oportunidades e de usar as tecnologias disponíveis hoje para realmente inovar e encantar."

Lucas Persona, Chief Digital Evangelist



 

 

Modelos de gestão aptos para o novo mundo

 

Na nossa trajetória, descobrimos a chamada adhocracia, uma forma de gestão adaptável e descentralizada que suporta a autonomia e a colaboração das squads, criando o espaço para a construção da inteligência coletiva sem fronteiras e impulsionando a velocidade e a agilidade das decisões.

 

Sabemos, porém, que não se trata de fazer isso de ponta a ponta na companhia, abolindo por completo os formatos de gestão mais tradicionais. Algumas áreas, como o jurídico, têm, por princípio de suas atribuições, a necessidade de se manter sob diretrizes mais rígidas e hierarquizadas, características de modelos de gestão mais burocráticos. 

 

Assim como outras que precisam basear-se na ciência, em análises detalhadas, em dados. Ou seja, nessa área, o melhor modelo segue sendo o meritocrático. 

 

Para nós, a estrutura corporativa mais preparada para o novo ambiente é formada justamente pelo balanço fino entre esses três modelos. Respeitadas as características de cada companhia e sempre tendo como norte a agilidade na entrega da melhor solução para o cliente, é possível criar um sistema que privilegie a troca de conhecimentos de forma orgânica, possibilitando o estabelecimento do princípio da melhoria contínua em processos, soluções e na companhia como um todo.

 

 

Implementando processos descentralizados de tomada de decisão

 

Mas como fazer para construir uma estrutura operacional que privilegie essa colaboração? Como descentralizar o comando e instalar o modelo de adhocracia em áreas que necessitam de autonomia e agilidade e ainda funcionam sob forte hierarquia? 

 

Aqui, entra em jogo a mudança cultural que será possível por meio da instalação de novos processos e ferramentas de liderança. Na CI&T, temos como fundamento-base a formação de líderes capazes de se adaptar para os novos tempos, mais velozes e dinâmicos. Tanto na nossa operação, como em nossos clientes, temos como guia premissas como aprender a aprender, abrir-se para a colaboração, observar sem julgar, consolidar relações de confiança e liderar com foco em destravar o potencial das nossas pessoas

 

"Para ser líder nos novos tempos digitais, você deve abandonar velhas práticas e abrir caminho para o novo, para transformar seu mindset. Entenda que dividir responsabilidades e decisões com os times é uma habilidade, não uma fraqueza."

Gabriel Marostegam, Senior Manager Analytics

 

Para isso, utilizamos princípios do nosso modelo de transformação Lean Digital, que articula uma forte base na filosofia de gestão Lean com a metodologia Agile e princípios do Design. Para nós e para nossos clientes, esse modelo tem obtido resultados de impacto e tem movido os ponteiros do negócio com velocidade, possibilitando o ganho de escala nos processos de transformação. 

 

Porém, cada companhia terá suas necessidades e deve compor o seu próprio tool box para construir processos de liderança e de gestão que façam sentido para as particularidades da sua operação. 

 

Se você tem interesse em saber mais sobre como construímos o mix de formas de gestão junto aos nossos clientes e na nossa própria companhia, acesse aqui o nosso paper. Nele, reunimos um detalhamento sobre nosso modelo de adhocracia e uma combinação de princípios e ferramentas que formam a metodologia com a qual desenvolvemos um core forte que nos permitiu prosperar diante de incertezas.

 

São esses aprendizados que queremos compartilhar para te ajudar a encontrar seus próprios caminhos. Se você quer conhecê-los, acesse nossa plataforma CI&T Learnings.