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M&M: Empresas são pressionadas a acelerar transformação digital

Nosso CMO, Marcelo Trevisani, falou sobre o tema na matéria da Meio & Mensagem.

Capa CI&T na Meio & Mensagem
Posted on Sep 28, 2018

O movimento que vem empurrando as empresas para acelerar a transformação digital ganhou destaque na matéria de capa da edição da Meio & Mensagem de 24 de setembro de 2018. Inclusive, a frase do nosso CMO, Marcelo Trevisani - "Menos conversinha, mais conversão" - deu título para a publicação.

Esse cenário é fruto de um público consumidor que está acostumado com marcas nativas digitais que entregam rapidez, flexibilidade e facilidade de uso - ingredientes fundamentais de experiências de alto valor -, o que exige que as empresas tradicionais ganhem velocidade para se manterem vivas no mercado.

Porém, como a matéria bem destacada, o obstáculo no qual as companhias ainda esbarram é encarar a transformação digital só como ferramenta de marketing ou restringi-la à tecnologia, desconsiderando a mudança de pessoas e processos, requisitos indispensáveis nessa evolução. Afinal, essa mudança se faz com tecnologia, mas somente se sedimenta com pessoas e processos.

Como o nosso CMO comentou na entrevista, o processo de transformação tem começo e meio, mas não tem fim porque é um aprendizado constante. Ele engloba a mudança de mindset e de cultura da empresa porque "as empresas que não são digitais ainda têm gestão de hierarquia, e não colaborativa". E aquelas que querem ser digitais como Amazon, Tesla e Google precisam de uma liderança colaborativa que consiga que todos os times tenham autonomia para entregar valor ao consumidor.

Como ele explica, a gestão colaborativa é a forma integrada como as equipes multidisciplinares - de métrica, branding, performance, negócios - trabalham. Nas palavras do Trevisani, "o resultado, na prática, significa menos conversinha e mais conversão".

Não é só entregar um asset digital, mas aprender a cada trimestre o que cada consumidor quer, diz Trevisani. E a assimilação disso envolve o c-level e o CEO.

"Se o CEO não estiver envolvido, não se faz esse trabalho. Em empresas como Coca-Cola e Itaú, os CEOs e o c-level estão comprometidos. Somos um facilitador desse processo, mas quem passa pela transformação é o cliente, que é quem conhece muito bem o seu negócio e entende também da sua marca. Quando trabalhamos com as áreas de marketing, temos a preocupação de não perder o posicionamento e a mensagem. O passo a passo é um grande movimento para a empresa e o processo não é só falar, e sim envolver todo mundo para que trabalhe engajado, pertencendo à mudança".