O impacto do Lean na transformação digital do Itaú

Por: CI&T Team

Lean na transformação digital do Itaú Época Negócios
Posted on Jul 10, 2018

Matéria da Época Negócios aborda como a transformação digital do Itaú foi além da tecnologia para mudar profundamente sua cultura e modelos de trabalho por meio da adoção do Lean e Ágil.

 

Em matéria sobre a transformação digital do Itaú Unibanco, a Época Negócios como esse processo ultrapassou as barreiras da tecnologia para promover profundas mudanças na cultura e no modelo de trabalho do banco. Junto com a CI&T, a empresa desenvolveu um novo mindset de atuação que prioriza a melhoria contínua e a valorização da colaboração e do aprendizado constante.

De acordo com Lineu Andrade, diretor da área de Tecnologia no banco, essa transformação é resultado da adoção de novas metodologias de trabalho. Por exemplo, as equipes da área de tecnologia que perseguiam metas individuais de desempenho agora estão muito mais voltadas ao coletivo. “O foco é muito mais na colaboração e menos na competição”, disse Andrade.

Como citado pela matéria, há cinco anos, o banco criou núcleos para testar as metodologias Lean e Ágil. Enquanto o Lean ajuda a identificar prioridades para investir recursos humanos, financeiros e tempo; o ágil reduz o tempo de implementação de projetos ao quebrá-los em etapas que possam ser desenvolvidas em ciclos curtos, por equipes multidisciplinares.

Transformação digital vai além da tecnologia

Assim como foi o caso de outras organizações, o Itaú descobriu que a transformação digital está muito além da tecnologia. Não basta criar uma solução para atender os consumidores no ambiente online sem antes mudar o modelo de trabalho.

De acordo com Andrade, o banco organizou a equipe em “comunidades de entrega”, subdivididas em “esquadrões” formados por profissionais de diferentes áreas. Cada comunidade se dedica a um produto, com uma proposta específica. “O propósito das pessoas nesses esquadrões não é entregar o projeto A, B ou C, como acontecia antes. É resolver um problema dos clientes”, afirmou Andrade. “Como eles vão fazer isso, ou o que etapa vão fazer primeiro, são eles quem decidem.”

Para ele, o desafio mais difícil que o banco enfrentou na transformação digital foi a mudança cultural. “Não dá pra falar que você vai fazer uma transformação digital sem mudar o jeito como faz as coisas”, diz Andrade.

 

Transformação digital do Itaú

O case do banco, além de demonstrar como uma empresa da indústria tradicional venceu o medo da mudança e inseriu dentro do seu escopo de iniciativas a transformação digital, explica como a filosofia Lean aplicada ao contexto digital e as metodologias ágeis contribui para dar mais velocidade para o desenvolvimento de soluções, melhorar a experiência e gerar mais valor. Tudo isso sustentado por uma profunda mudança cultural, um dos propósitos do modelo de transformação proposto pela CI&T, o Lean Digital Transformation.

Esse modelo conduz as empresas para o novo e prioriza o compartilhamento, a autonomia e a melhoria contínua. Com ele, rompem-se os silos e departamentos, aumentando a liberdade de troca e a multidisciplinaridade. Além disso, se estabelece um novo perfil de liderança, novas práticas de gestão e de execução e desenvolvimento de soluções, pilares fundamentais de um mindset que tem o cliente como centro e que permite desbloquear o potencial de transformação para alcançar a velocidade em escala.

 

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